Fantoches de algo maior, algo que nos cerca, nos manipula e nos faz acreditar em falsas ilusões de que o mundo pode ser feliz e perfeito, mesmo se contradizendo a todo o momento. Vemos-nos agonizando e pedindo por socorro em meio a tanta confusão, não há mais tempo, não há mais honestidade, o próprio amor virou um privilégio a poucos.
Julgamos e somos julgados a todo o momento, muitas vezes sem ao menos conhecermo-nos. Que sociedade é essa que vive de aparências, do materialismo, achando isso normal, um hábito diário, dizendo tentar resolver os problemas sem ao menos entender o motivo de toda essa desgraça que ronda nossas vidas.
Tentam impor regras que nem sempre são cumpridas, tornam coisas simplórias motivos de guerras. Esperam ensinar nossas crianças a perdoar, a “devolver o lápis do coleguinha”, porém a corrupção está em todos os países, massacres e lutas por rixas antigas perduram até hoje, matando inocentes, criando pessoas alienadas, problemáticas, doentes, solitárias.
Pergunto-me de que há tantas leis, se para alguém que rouba milhões dos cofres públicos, matando milhares, deixando outras centenas sem teto, saúde ou ensino de qualidade nada ocorre, passa despercebido, perante a tênue linha entre o bueiro e o total subsolo onde adormecem aqueles que já fugiram desse cenário atordoado de mentiras, falta de ética e moral.